Motorista que matou gari em SP vai responder por homicídio qualificado


A promotora Mônica Nogueira Rodrigues, autora da denúncia levada ao Judiciário na última sexta-feira (31), acusa o motorista de conduzir veículo sob influência de álcool e por fugir do local, condutas que infringem os artigos 305 e 306 do Código de Trânsito Brasileiro.
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O exame do bafômetro feito no denunciado apontou concentração de 0,73 miligramas de álcool.“Após ingerir bebida alcoólica em quantidade suficiente para comprometer sua capacidade psicomotora, o denunciado assumiu a direção do veículo e passou a trafegar em velocidade incompatível com a via”, informou o MPSP, em nota.
Além da instauração da ação penal, o MPSP solicitou a manutenção da prisão preventiva do denunciado, a suspensão de sua habilitação para dirigir, em caso de condenação pelo crime de embriaguez ao volante, e a fixação de indenização mínima de R$ 500 mil em favor de parentes da vítima.
Segundo Mônica, o motorista lançou o automóvel contra um trecho da via ocupado por toda a equipe de coleta de lixo, além de outros veículos e motocicletas que transitavam pelo local.
A promotora também afirma que a vítima foi surpreendida enquanto desempenhava seu trabalho, sem qualquer possibilidade de perceber o risco, reagir ou desviar do carro.





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