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SP - Litoral,21/04/2026

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    USP, IPT, Shell e Fapesp lançam centro de inovação em tecnologias offshore e submarina

    ipt.br
    USP, IPT, Shell e Fapesp lançam centro de inovação em tecnologias offshore e submarina

    Parceria mobiliza R$ 163 milhões para acelerar soluções em energia, materiais avançados e transição tecnológica no ambiente marítimo





    Tanque de Provas do IPT onde sao testados modelos de embarcacoes e plataformas tratada
    Plataforma offshore – escala reduzida – em teste no tanque de provas do IPT








    Na quarta-feira, 15 de abril, foi realizada, na Escola Politécnica da USP, a cerimônia de lançamento do Offshore Technology Innovation Centre (OTIC) e de quatro novos laboratórios associados. O novo centro é resultado de uma parceria estratégica entre USP, IPT, Shell e Fapesp.





    Dedicado à operação de laboratórios de ponta em tecnologia oceânica e submarina, o OTIC nasce com o objetivo de fortalecer a articulação entre academia, governo e indústria, acelerando a transformação tecnológica do setor offshore no Brasil.





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    A estrutura do centro está organizada em cinco pilares técnicos voltados à exploração mais sustentável e eficiente de recursos no mar: Energia de Baixo Carbono; Transformação Digital; Novos Materiais e Nanotecnologia; Segurança, Meio Ambiente e Economia Circular; e Novos Processos e Operações.





    Com investimento estimado em cerca de R$ 163 milhões ao longo do projeto, a iniciativa busca posicionar o Brasil na liderança em tecnologias submarinas. A inauguração do OTIC formaliza ainda a ocupação dos espaços físicos de pesquisa na Cidade Universitária, em São Paulo.





    A participação do IPT no centro está ancorada na expertise de laboratórios da Unidade Materiais Avançados, com atuação em frentes tecnológicas estratégicas. “A participação do IPT neste projeto de grande envergadura é relevante pela contribuição na área de materiais avançados, com destaque para a competência de suas equipes em corrosão e proteção e estruturas leves”, afirmou Anderson Correia, diretor-presidente do Instituto.





    Para Sandra Moraes, diretora da unidade Materiais Avançados do IPT, a contribuição do Instituto será decisiva para o avanço de soluções voltadas à transição energética. “A atuação do IPT no OTIC, por meio das equipes dos laboratórios de Corrosão e Proteção e Estruturas Leves, será fundamental. Esses grupos têm papel estratégico no desenvolvimento de materiais avançados essenciais para a transição energética brasileira, especialmente no contexto da integração entre sistemas onshore e offshore. Suas competências apoiam desafios críticos da indústria offshore, como durabilidade em ambientes agressivos, integridade estrutural e eficiência de sistemas”, destacou.








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