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SP - Litoral,15/03/2026

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    Missa relembra os oito anos do assassinato de Marielle e Anderson

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    Missa relembra os oito anos do assassinato de Marielle e Anderson


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    Uma missa foi celebrada na manhã deste sábado (14) para família, amigos e apoiadores em memória dos oito anos do assassinato da vereadora do PSOL, Marielle Franco, e de seu motorista Anderson Gomes, na Igreja Nossa Senhora do Parto no centro do Rio de Janeiro.

    Esta é a primeira missa no dia do assassinato após a condenação dos mandantes do crime.



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    Em 25 de fevereiro, o Supremo Tribunal Federal condenou por unanimidade o ex-conselheiro do Tribunal de Contas do Rio de Janeiro (TCE-RJ) Domingos Brazão; o ex-deputado federal Chiquinho Brazão, irmão de Domingos; o ex-chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro Rivaldo Barbosa; o major da Policia Militar Ronald Alves de Paula; e o ex-policial militar Robson Calixto, assessor de Domingos. Todos estavam presos preventivamente. 


    Rio de Janeiro (RJ), 14/03/2026 - Antônio Francisco da Silva Neto, pai de Marielle Franco, fala no fim da missa em memória da vereadora e de Anderson Gomes na Igreja de Nossa Senhora do Parto. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil


    Antônio Francisco da Silva Neto, pai de Marielle Franco, fala no fim da missa em memória da vereadora e de Anderson Gomes na Igreja de Nossa Senhora do Parto. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil



    O pai de Marielle, Antonio Francisco da Silva Neto, disse que hoje é um dia de dor que nunca imaginou que a  família passaria. Ele agradeceu as pessoas que estiveram ao lado da família até a condenação dos mandantes.



    "Tivemos uma grande vitória que foi a condenação dos mandantes. Eles não esperavam que isso ia acontecer com eles um dia. Tivemos esse êxito", afirmou.



    Marinete da Silva, mãe de Marielle, também agradeceu todos os que acompanharam a dor e a saudade pela morte da parlamentar.




    "Ela floresce e deixou um legado ímpar.  A gente segue a lutar por mais justiça por Marielle e por todas as mulheres que foram vitimadas país afora", explicou. 





    Rio de Janeiro (RJ), 14/03/2026 - A ministra da Igualdade Racial e irmã de Marielle Franco, Anielle Franco, participa de missa em memória da vereadora e de Anderson Gomes na Igreja de Nossa Senhora do Parto. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil


    A ministra da Igualdade Racial e irmã de Marielle Franco, Anielle Franco, participa de missa em memória da vereadora e de Anderson Gomes na Igreja de Nossa Senhora do Parto. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil



    A irmã de Marielle e ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, conta que serviu de modelo para a estátua da vereadora assassinada erguida no Buraco do Lume, no centro.



    "Nunca na minha vida imaginei que eu serviria de modelo para o corpo de minha irmã para uma homenagem como essa. Nenhuma família deveria passar por isso".



    Neste sábado, haverá a abertura da exposição Mulher Raça – O Legado de Marielle Franco, no CCBB – Centro Cultural Banco do Brasil, localizado na Rua Primeiro de Março, 66, no Centro da cidade. 



    Neste domingo (15), a mobilização continua com a realização da 5ª edição do Festival Justiça por Marielle e Anderson, no Circo Voador, evento político-cultural que reúne artistas, movimentos sociais e apoiadores da luta por justiça.



    Anistia Internacional



    Neste sábado e domingo, a organização Anistia Internacional fará uma ação pelos oito anos dos assassinatos de Marielle Franco e Anderson Gomes no Largo da Lapa, no centro do Rio, articulando memória, mobilização e ação coletiva. A atividade será dividida em duas partes: primeira parte da intervenção, Cartas para Quem Defende Direitos, resgata a força das cartas que mobilizaram o mundo por justiça.



    O segundo momento, Cada Peça Importa, convida o público a refletir sobre defensoras e defensores de direitos humanos que ainda aguardam justiça.



    Para a Anistia, a ação reforça que a conquista de justiça por Marielle e Anderson só foi possível graças à mobilização de milhares de pessoas e que essa mesma força coletiva precisa seguir ativa pois muitos defensores e defensoras de direitos humanos ainda esperam proteção, reconhecimento e respostas. 



     




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