7 filmes e séries com Rose Byrne, atriz indicada ao Oscar por Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria
Rose Byrne sempre foi daquelas atrizes que aparecem em produções completamente diferentes entre si e brilham em todas. Da comédia ao terror, do drama jurídico à animação familiar, a australiana construiu uma carreira marcada pela versatilidade e pela capacidade de transformar qualquer personagem em algo memorável.
Não à toa, ela chegou à temporada de premiações 2025/2026 como uma das favoritas ao Oscar, acumulando prêmios e indicações pelo papel de Linda em Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria.
Mas antes de conquistar o Globo de Ouro, o Urso de Prata em Berlim e a indicação à Academia, Byrne já tinha um currículo e tanto para mostrar.
Se você quer conhecer melhor o trabalho dessa atriz que finalmente ganhou o reconhecimento que merecia, preparamos uma lista com sete produções essenciais para entender por que ela é tão especial. Confira!
7. Sobrenatural (2010)
Dirigido por James Wan, o mesmo criador de Jogos Mortais, Sobrenatural é o ponto de partida de um dos universos de terror mais lucrativos do cinema.
Na trama, a família Lambert acaba de se mudar para uma nova casa quando o filho Dalton (Ty Simpkins) entra em coma de forma inexplicável. O casal logo descobre que o problema não está no imóvel, mas no próprio menino.
Rose Byrne interpreta Renai Lambert, a mãe que começa a testemunhar eventos sobrenaturais perturbadores dentro de casa e se torna o coração emocional do filme.
6. Missão Madrinha de Casamento (2011)
Neste clássico da comédia feminina dirigido por Paul Feig, Lillian (Maya Rudolph) está prestes a se casar e escolhe a amiga Annie (Kristen Wiig) como madrinha.
O problema começa quando Annie conhece Helen, uma mulher rica, elegante e determinada a assumir o posto de melhor amiga da noiva.
Rose Byrne vive Helen com uma precisão cômica afiada: a personagem é simultaneamente irritante, engraçada e surpreendentemente humana.
O filme concorreu ao Oscar de Melhor Roteiro Original e é até hoje considerado um marco das comédias protagonizadas por mulheres.
5. Damages (2007–2012)
Antes de virar nome certo nas listas de melhores atrizes, Rose Byrne já dava um show na televisão. Em Damages, série jurídica exibida originalmente no canal FX, ela interpreta Ellen Parsons, uma jovem advogada recém-contratada pela poderosa e implacável Patty Hewes (Glenn Close).
A dinâmica entre as duas é o coração da série: uma relação de mentoria que vai se tornando cada vez mais tensa, ambígua e perigosa.
A atuação de Byrne rendeu a ela uma indicação ao Globo de Ouro de Melhor Atriz Coadjuvante já na primeira temporada, e quem já conhece a série Platonic sabe que a química dela com parceiros de cena é algo fora do comum.
4. Vizinhos (2014)
Mac (Seth Rogen) e Kelly Radner (Rose Byrne) acabaram de se mudar para o que parecia ser o lar perfeito para criar o filho recém-nascido. A paz dura pouco: a casa ao lado é ocupada por uma república universitária liderada pelo carismático Teddy Sanders (Zac Efron), e a guerra entre os vizinhos começa.
Dirigido por Nicholas Stoller, o filme é uma comédia escrachada e politicamente incorreta que funciona muito bem justamente porque Byrne não é apenas o suporte cômico de Rogen. Kelly é tão engraçada, criativa e determinada quanto o marido, e a atriz entrega uma performance que rouba várias cenas.
Não por acaso, a dupla voltaria a trabalhar junta em outras produções.
3. Pedro Coelho (2018)
Numa virada bem diferente do restante da carreira, Rose Byrne emprestou seu talento a um filme híbrido de live-action e animação baseado no clássico infantil de Beatrix Potter.
Em Pedro Coelho, ela vive Bea, nome que é uma referência direta à própria autora do livro original, uma pintora apaixonada por animais que se torna o objeto de disputa entre o coelho rebelde Pedro (com voz de James Corden) e o vizinho Thomas McGregor (Domhnall Gleeson).
Byrne traz leveza e charme genuíno à personagem, equilibrando o caos animado ao redor dela com uma presença calorosa que funciona tanto para o público infantil quanto para os adultos.
2. Physical (2021–2023)
Uma das melhores performances televisivas de Rose Byrne está em Physical, série da Apple TV+ que merece muito mais atenção do que recebeu.
Ambientada na San Diego dos anos 1980, a produção acompanha Sheila Rubin, uma dona de casa aparentemente tranquila que carrega por dentro uma voz interior cruel e autodestrutiva. Quando ela descobre a aeróbica, começa uma jornada de transformação que vai muito além do físico.
Byrne é absolutamente devastadora no papel e nossa crítica de Physical já destacou como a série usa o corpo e o movimento para falar de saúde mental, poder feminino e os paradoxos dos anos 80 de um jeito que poucas produções conseguem.
1. Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria (2025)
O papel que colocou Rose Byrne no centro das conversas sobre o Oscar é também o mais exigente de toda a sua carreira.
Escrito e dirigido por Mary Bronstein, o filme acompanha Linda, uma psicoterapeuta que tenta equilibrar uma vida profissional caótica com o cuidado da filha, que tem um grave transtorno alimentar pediátrico e depende de alimentação noturna por sonda.
Quando o apartamento da família alaga após o teto desabar, Linda e a filha são forçadas a se mudar para um motel decadente e tudo vai desmoronando ao redor dela.
Distribuído pela A24, o longa estreou no Festival de Sundance em janeiro de 2025 e rendeu a Byrne o Urso de Prata de Melhor Atriz em Berlim, o Globo de Ouro e uma indicação ao Oscar de Melhor Atriz.
A crítica comparou o filme a Joias Brutas pela intensidade sufocante e quem aprecia dramas emocionalmente densos como Meu Filho, Nosso Mundo vai encontrar aqui algo ainda mais visceral.
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